WIKIPEDIA DE ANDRE PUCCINNELLI, ATUAL GOVERNADOR DO MS

No ano de 2009, André Puccinelli causou polêmica ao chamar o então ministro do Meio Ambiente, Carlos Minc, de “veado fumador de maconha” e que, se Minc participasse da Meia Maratona Internacional do Pantanal, marcada para o dia 11 de outubro daquele ano, ele “o alcançaria e o estupraria em praça pública”.[3]
Puccinelli também já foi denunciado pelo Ministério Público Federal por enriquecimento ilícito e lavagem de dinheiro, e tal processo se encontra paralisado no Supremo Tribunal de Justiça (STJ), devido à falta de autorização dos deputados da Assembleia Legislativa de Mato Grosso do Sul, para que o STJ proceda com os autos.[4]
A Operação Uragano, da Polícia Federal, implicou Puccinelli num esquema ilegal de pagamento de propinas a deputados da Assembleia Legislativa, a desembargadores do Tribunal de Justiça de Mato Grosso do Sul e a membros do Ministério Público do estado, conforme relatado pelo deputado estadual Ary Rigo a Eleandro Passaia, que denunciou o esquema.[5][6][7]
No dia 21 de julho de 2010, Puccinelli agrediu com um tapa o eleitor Rodrigo de Campo Roque, um montador de acessórios para automóveis de vinte e três anos. O governador estava conversando com eleitores do bairro Aerorancho II, na periferia de Campo Grande, e se irritou quando foi chamado de “ladrão” pelo rapaz.[8]
Na noite de 15 de maio de 2010, durante a abertura da EXPOAGRO em Dourados, André Puccinelli conclama todos os setores ricos do estado à serem “mais nacionalistas” e unirem-se na luta contra os trabalhadores rurais sem terra e os povos originais. Defendeu ainda a tese de que a demarcação das terras dos povos originais faria com que todas as pessoas do Mato Grosso do Sul tivessem que viver de caça.[9]
No dia 21 de agosto de 2012, foi publicado um vídeo gravado dia 10 de agosto de 2012 na sede do PMDB de Campo Grande onde Puccinelli pratica coação eleitoral sobre servidores para que seja eleito Edson Giroto como prefeito da capital sul-mato-grossense.
O vídeo inicia com uma funcionaria comentando sobre exoneração para os convocados que não estivessem presentes, então Puccinnelli, com uma lista, chama pelo nome os funcionários públicos que devem dizer sua intenção de voto para prefeito e vereador, após o anuncio André dava opiniões e instruções sobre o candidato escolhido pelo eleitor. O governador também dá orientações sobre a forma que devem ser as peças publicitarias dos vereadores.[10]

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